Diário da Magia
Estamos digamos que de férias...
Vamos colocar o DM pra descansar e ver se um dia podemos voltar com ele e recolocar os posts em dia, por enquanto parece que o DM não chegou a um fim, mas a uma época de uma pausa longa.

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Luh



 
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 Trama

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MensagemAssunto: Trama   Sex Jun 19, 2009 4:08 pm

Há muitos séculos atrás, em um tempo tão primitivo em que nem mesmo os bruxos usavam varinhas e toda a humanidade estava a mercê dos elfos.

O mundo era virtualmente pacifico, pois ninguém era forte o bastante pra se sobrepor, e os elfos não tinham nenhuma ambição de conquista, pelo menos não antes de descobrirem que os bruxos podiam fazer mágica através de objetos inanimados (varinhas, cajados, medalhões...), os bruxos não podiam usar muito de seus poderes, e portanto, pouco conseguiam. Nessa era longínqua para nós, os únicos com poderes mágicos desenvolvidos eram os elfos, que sempre puderam fazer magia sem nenhum transmissor inanimado.

Porem toda esta calma terminou com a ascensão de um perverso rei, chamado Argar, ao subir trono dos elfos. O pai de Argar havia criado um anel místico com vida própria e poderes assustares, e este foi herdado a Argar. Este anel tinha poderes próprios, mas ainda sim não era o suficiente para Argar, este sedento de ambição estudou o anel que herdará e criou seu próprio anel, um com poder ainda mais assustador.

Mas a família real temeu pela paz do mundo se esse anel fosse usado para os fins mesquinhos do rei, e o roubaram. Argar usou o conhecimento a que fez o anel, para formular um medalhão de igual poder. E com ele conseguiu reaver o anel, e destruir seus inimigos. Mas isso trouxe uma terrível conseqüência: agora Argar tinha duas relíquias mágicas de imenso poder.

Sozinhas, tanto o anel como o medalhão, pode criar maremotos de 15 metros em mar calmo. O poder deles pode fazer o céu queimar com os mais terríveis raios, ou fazê-los tão silenciosos quanto a queda de uma pluma sobre um travesseiro. Podem não só conjurar pequenas coisas do nada, quanto conjurar grandes castelos. E tudo o que um faz o outro desfaz. O que anel destrói, o medalhão reconstrói. O que o anel faz aparecer, o medalhão faz desaparecer. Seus poderes sozinhos são grandes, mas juntos, são imensuravelmente piores. Aquele que usa o anel e medalhão ao mesmo tempo, tem o poder de alterar até o próprio tempo e espaço. Fazer o tempo ir e voltar o tempo quando quiser, ao menor pensamento.

Com todo este poder, Argar findou a paz e iniciou uma era de sombras e trevas, condenando a todos (bruxos, trouxas,anões, duendes...) a escravidão. Ao medalhão deu o poder especial e único de quebrar encantamentos malignos sobre quaisquer almas e corpos. Ao anel deu o poder especial e único de criar até mesmo um exercito de zumbis, enfeitiçando não só cadáveres (inferi) como corpos ainda viventes, levando vivos e mortos a servir cegamente seu senhor.

Argar criou seu próprio exército de zumbis, e como uma enorme torrente maligna, ele devastou praticamente toda a Europa, África e Ásia, dizimando mais da metade da população e escravizando todo o resto. O reino dos elfos, a lendária Avalon, sofria aos poucos com esse poder devastador. Parecia o fim do mundo. As forças primárias com que Argar estava lidando estava acima de sua compreensão, e o poder começando a sair de seu controle.

Dois seres, um bruxo e um anão, decidiram se rebelar contra esse rei tirano. Eles sabiam que todo o poder de Argar não provinha dele, e sim do anel e do medalhão que ele possuía. Com as habilidades de artesão, o anão fez uma espada de prata com propriedades mágicas, ela seria a única capaz destruir as relíquias de Argar.

Juntos, eles invadiram o palácio de Argar em Avalon, e no meio da noite escura, enquanto ele dormia, e com a ajuda dos guardas que perderam familiares e tinham rancor do seu rei, o bruxo e o anão conseguiram roubar as relíquias, e fugiram para o mais longe que conseguiram.

Mas bruxos e anões jamais se entenderiam, nem mesmo nessa época tão longínqua. O bruxo levava o anel consigo, e o anão o medalhão. Porem quando chegou na hora de destruir as relíquias, houve uma briga. O bruxo disse para que o anão destruísse primeiro o medalhão e depois ele usaria a espada no anel e foi isto o que ele fez,o destruiu e logo esperando que o bruxo fizesse o mesmo este se surpreendeu ao ver a expressão de êxtase que pairava na face do bruxo, o poder o corromperá e o Anão fora traído, deixado para trás semi-morto este recolheu o que restara do medalhão e munido com toda a força que lhe restara e com o ódio em seu coração a magia se refez e morreu . As magias mais antigas são as mais misteriosas, aquelas que brotam do fundo da nossa alma que move todo o nosso corpo é capaz de fazer grandes coisas até mesmo reconstituir o que se quebrou, o Anão que tivera a esperança de viver um pouco mais para poder vingar a traição que sofrera morreu em um gesto de amor e bravura que lhe fora compensado, sua morte não fora em vão pois quando o medalhão se refez suas essência tornou-se oposta a que lhe haviam dado, esta agora era um instrumento que combateria todo o mau que houvesse na terra.

Depois de quase matar o Anão, o bruxo foi para muito longe, porém o bruxo não soube se utilizar de objetos inanimados para extravasar Magia, e não conseguiu retirar o poder lendário das relíquias, e decidiu então esconde-la, para que seu poder, já que ele não o tinha, ninguém mais tivesse.

O bruxo voltou a Avalon, agora vazia depois que os elfos fugiram de seu perverso rei, e usou a parte que alcançou do poder do anel, para tornar aquela ilha o seu domínio. Avalon foi encoberta por uma grossa neblina, que a fez desaparecer, e nunca mais retornou. As brumas de Avalon escondem a ilha, e o anel, escondido no antigo palácio de Argar.

Os erros que cometemos nos perseguem mesmo depois do nascer e morrer de milhares de gerações. Os séculos passaram enquanto a maioria evoluiu aqueles que impuseram o mau sob os seres viventes pagam por seus atos, os elfos antes altivos e donos de si hoje servem aqueles que um dia massacraram. Os bruxos os que mais evoluíram hoje detentores do poder e senhores de todas as raças, porem paga gradativamente pelos erros de seus antepassados. Os Anões tornaram-se seres mais agressivos e pouco amistosos para com os bruxos, o rancor do Anão morto a séculos atrás impregnara o sangue dos que ainda viriam .

Escondida e perdida, as Relíquias de Argar ficariam longe de mãos ambiciosas, perdidas por toda a eternidade. Mas, parece, que nem a eternidade dura mais para sempre.
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